Competência Lingüística
Na ótica de Chomsky,
competência lingüística é a capacidade que o falante tem de a partir de um
número finito de regras, produzir um número infinito de frases. A Lingüística
textual, que ganhou projeção na Europa a partir dos anos 70, teve inicialmente
por preocupação descrever os fenômenos sintáticos semânticos que ocorriam entre
enunciados ou seqüências de enunciados. Na época de 90, muitas teorias do texto
ganham força, variando entre si pelo enfoque predominante de certos aspectos
textuais, tais como: critérios de textualidade e de processamento cognitivo do
texto (beau-Grande e Dressler), macrossintaxe do discurso (Weinricch),
superestruturas e macroestruturas textuais (Van Dijk), relacionamento entre a
estrutura do texto e a interpretação extensional do mundo que é textualizado em
um texto (Petoffi). Marcuschi (1983) apresenta a lingüística textual como o
estudo das operações lingüísticas e cognitivas reguladoras e controladoras da
produção, da construção, do funcionamento e da recepção de textos escritos ou
orais. Seu tema abrange a coesão superficial (ao nível dos constituintes
lingüísticos), a coerência conceitual (ao nível semântico e cognitivo) e o
sistema de pressuposições e implicações (ao nível pragmático da produção do
sentido, no plano de ações e intenções). Como claramente sintetiza koch (1990;
p14), “a lingüística textual toma, pois, como objeto particular de investigação
não mais a palavra ou a frase isolada, mas o texto considerado a unidade básica
de manifestação da linguagem, visto que o homem se comunica por meio de textos
e que existem diversos fenômenos lingüísticos que só podem ser explicados no
interior do texto”. Passou-se, então, a pesquisar o que faz com que o texto
seja um texto, isto é, quais os elementos responsáveis pela textualidade.
Língua para os gerativistas: de acordo com os gerativistas todos os povos
humanos desenvolvem a linguagem, portanto, deve haver algo na mente humana que
torna possível tal capacidade ou faculdade. Vem ser inato, genético. Todas as
crianças normais adquirem a gramática nuclear de sua língua materna até os
quatro anos, apesar da pobreza de estímulos linguais ao qual estão expostas e
de não receberem instruções formais sobre essa língua-essa é a gramática
universal. Portanto, deve existir algo na mente, no cérebro que auxilia a
aquisição da língua. A gramática universal vem ser a capacidade do ser humano
de produzir e compreender um número infinito de sentenças qual o estado “zero”,
em sua maioria, nunca enviou ou produziu antes. Quanto à estrutura profunda
posso dizer que as línguas diferem enormemente em suas estruturas fonológicas e
morfossintáticas, no entanto, são produzidas pela mesa espécie de mente,
cérebro. Deve, então, existir um outro nível de estruturação lingüística onde
as semelhanças podem ser encontradas. Para Saussure, tudo pode ser signo desde
que consiga se relacionar. Portanto, de acordo com ele, Ícone é um signo que
guarda uma relação de semelhanças com o objeto, representa mesmo que a coisa
não existia. Ex: mito; Já o índice é visto como um signo que guarda uma
condição de continuidade, de sucessividade, anterioridade e posteridade. ex:
fotografias,fumaça,para dizer que tem fogo. Para Saussure o símbolo está
associado ao signo simbólico consequentemente signo simbólico. Conforme Raposo
(1992) o termo língua para os gerativistas, refere-se a um sistema de
conhecimentos mentais (língua interiorizada). Para Saussure a língua é como um
sistema de signos, cada qual com um valor lingüístico, língua exteriorizada.
Segundo os gerativistas a língua é um sistema de conhecimentos mentais, a
competência é o conhecimento que o falante possui e a gramática consiste em um
dicionário mental.
Resumo do
Livro
por:amadinha Autores: FERDINAND; Sausure; CHOSMSKY; MARCUSCHI.
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